Falta de capacete é principal causa de lesões cerebrais na Unidade de Emergência

Andar com o capacete no braço ou simplesmente ignorá-lo, infelizmente ainda é uma prática comum entre muitos motociclistas que circulam pelo estado, em especial pelas estradas vicinais da zona rural. Muitos desses condutores, que insistem em ignorar as leis de trânsito, acabam pagando um preço bastante alto, que na maioria das vezes pode custar a própria vida.

Apesar de não haver informações oficiais sobre a quantidade de pacientes que não utilizavam o capacete no momento do acidente, sabe-se que boa parte dos casos de lesões cerebrais que chegam ao hospital tem relação direta com o desuso do equipamento de segurança.

Constatação

As lesões na região da cabeça podem ser consideradas leves e graves. Nos casos mais simples podem provocar concussão cerebral ou perda de consciência momentânea. Já as fraturas de crânio ou hemorragias intercranianas são consideradas os casos mais delicados deste tipo de lesão.

Capacete

O capacete é um Equipamento de Proteção Individual (EPI) ao motociclista que, geralmente, possui validade de três anos. No momento da compra é importante verificar se ele tem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A proteção do motociclista não se limita apenas ao uso do capacete, mas sim ao uso correto do equipamento. A alça também deve ser bem colocada, uma vez que se ela não tiver devidamente encaixada, o condutor pode ter ferimentos graves na cabeça, pois com o impacto o capacete pode voar e deixar o motociclista totalmente vulnerável.